AI:
Exemplo 1:
A história gira em torno de Kim Jongin; Seu grande amor platônico, Oh Sehun, e o vidente charlatão mal humorado e mergulhado em dívidas, Do Kyungsoo.
Jongin sempre foi apaixonado por Sehun, porém seus sentimentos nunca foram correspondidos e, por essa razão, Jongin decidi que seria uma ótima ideia seguir uma placa que dizia "Trago seu amor de volta em 7 dias". O fato de Kyungsoo estar endividado é o motivo de todo seu empenho em fazer Sehun notar Jongin com outros olhos, afinal Jongin prometera pagar muito bem. Kyung só não esperava que seu "grande trabalho" o metesse em tantas confusões, principalmente a maior delas, aquela que envolvia seu coração.
Jongin não deixava Kyungsoo em paz, nem mesmo na madrugada ele aliviava para o lado do "vidente" e foi isso que contribuiu para Jongin se apaixonar por Kyung.
Do Kyungsoo é um charlatão metido a vidente.
Jongin é um estudante de arte.
E Sehun só veio assistir Jongin se apaixonar gradativamente.
Observação: O casal principal é formado por Jongin e Kyungsoo, os dois são bem teimosos e, por esse motivo, vão demorar um pouco para assumir o que sentem um pelo outro. Sehun não vai ser um empecilho, pelo contrário, ele vai tentar juntar os dois. O grande empecilho vai ser a insegurança de Jongin quanto aos sentimentos de Kyungsoo.

Exemplo 2:
Lissa é só mais uma adolescente que cometeu erros e agora estava recebendo a consequência, ela estava dando á luz a uma criança. Ela sempre foi uma garota impulsiva e isso contribuiu para o seu estado atual. Ela sempre morou em L.A, na mesma casa; Sempre estudou na mesma escola, com os mesmos amigos. Connor tinha a mesma idade de Lissa e também recebeu praticamente a mesma criação, ele também estava se tornando pai. Connor engravidou uma garota em mais uma de suas noitadas, nove meses depois, uma criança veio ao mundo e a jovem garota faleceu, deixando a criança aos cuidados do pai. Lissa foi abandonada pelo parceiro e agora precisava cuidar de uma criança. Os dois vão se conhecer na virtualmente, através de um site para "Jovens Pais de Primeira Viagem", um vai ajudar o outro a superar os obstáculos.
Com o tempo os dois vão se conhecer pessoalmente e vão perceber que, além das vidas, eles tem outra coisa em comum, os dois pensavam estar sozinhos.
Observação:
Lissa vai enfrentar muitos obstáculos, o mais difícil deles vai ser aguentar o preconceito dos antigos “amigos”. Connor não é de ligar para o que os outros pensam e isso vai servir de incentivo para Lissa. Connor não tem ideia de como criar uma criança, o que fazer quando ela chora ou como trocar fraldas. Lissa já tem certa experiência com crianças, já que ajudava a cuidar de sua prima assim que a menina nasceu. Os dois acabam passando grande parte do tempo juntos, até começam a parecer uma família e quando Lissa percebe isso, acaba surtando por não ser aquilo que ela queria pra sua vida. Eles vão acabar aceitando que, apesar da vida não seguir o rumo desejado, eles são felizes e não trocariam por outra.


Sinopse:
Exemplo 1:
Sinopse divertida:
A história gira em torno de Kim Jongin; Seu grande amor platônico, Oh Sehun, e o vidente charlatão mal humorado e mergulhado em dívidas, Do Kyungsoo.
Jongin sempre foi apaixonado por Sehun, porém seus sentimentos nunca foram correspondidos e, por essa razão, Jongin decidi que seria uma ótima ideia seguir uma placa que dizia "Trago seu amor de volta em 7 dias". O fato de Kyungsoo estar endividado é o motivo de todo seu empenho em fazer Sehun notar Jongin com outros olhos, afinal Jongin prometera pagar muito bem. Kyung só não esperava que seu "grande trabalho" o metesse em tantas confusões, principalmente a maior delas, aquela que envolvia seu coração.
Jongin não deixava Kyungsoo em paz, nem mesmo na madrugada ele aliviava para o lado do "vidente" e foi isso que contribuiu para Jongin se apaixonar por Kyung.
Do Kyungsoo é um charlatão metido a vidente.
Jongin é um estudante de arte.
E Sehun só veio assistir Jongin se apaixonar gradativamente.
Obs:
É um plot bem humorado, então faça o uma sinopse no mesmo estilo.
Não faça uma sinopse muito extensa, ás vezes conseguimos nos expressar com poucas palavras, só faça uma seleção adequada delas.

Exemplo 2:
Lissa é só mais uma adolescente que cometeu erros e agora estava recebendo a consequência, ela estava dando á luz a uma criança. Ela sempre foi uma garota impulsiva e isso contribuiu para o seu estado atual. Ela sempre morou em L.A, na mesma casa; Sempre estudou na mesma escola, com os mesmos amigos. Connor tinha a mesma idade de Lissa e também recebeu praticamente a mesma criação, ele também estava se tornando pai. Connor engravidou uma garota em mais uma de suas noitadas, nove meses depois, uma criança veio ao mundo e a jovem garota faleceu, deixando a criança aos cuidados do pai. Lissa foi abandonada pelo parceiro e agora precisava cuidar de uma criança. Os dois vão se conhecer na virtualmente, através de um site para "Jovens Pais de Primeira Viagem", um vai ajudar o outro a superar os obstáculos.
Com o tempo os dois vão se conhecer pessoalmente e vão perceber que, além das vidas, eles tem outra coisa em comum, os dois pensavam estar sozinhos.
Obs:
Esse é um plot mais dramático, mas fique á vontade para desenvolver como quiser.


Crítica de fanfic:
Fanfics:
Sem Querer Querendo: https://spiritfanfics.com/historia/sem-querer-querendo-4692968
Trato Feito: https://spiritfanfics.com/historia/trato-feito-6274311

Betagem:
Capítulo 1:
Pov Kim Vega
Acordei com o som do despertador soando alto no quarto. A minha vontade de sair da cama era zero… queria poder sentir aquela felicidade de ouvir o despertador tocar, mas saber que eu posso ficar ali até a hora que eu quiser, poder dormir mais algumas horinhas… mas infelizmente eu não tinha aquele privilégio, pelo menos não hoje. Hoje é meu primeiro dia de aula, estamos no meio do semestre, mas mesmo assim era o primeiro dia. Primeiro dia desde as férias, e primeiro dia em uma nova escola, o motivo? Bom, a minha mãe terminou com o namorado, e tivemos que mudar de cidade na mesma semana, e mudar de escola foi uma consequência.
Todos os anos eram iguais, minha mãe conhecia um cara, eles começavam a namorar, o namoro ficava sério… e do nada, ele terminava. Sempre que isso acontecia, nós mudávamos de cidade. Minha mãe tem um bufê, ela meio que trabalha sozinha… ela faz isso porque gosta, com a herança que meu avô deixou pra gente, daria pra ela parar de trabalhar e viver viajando por aí…
Eu ainda estava enrolando, deitada na cama tentando abrir um olho de cada vez, sem ser totalmente afetada pela claridade repentina, me sentei na cama e olhei no relógio. Já eram 6h40min, eu tinha que chegar as 7h10min, então corri para o banheiro.
Eu tinha que me preparar mentalmente e psicologicamente pra enfrentar esse longo dia. A minha escola era em tempo integral, o que significava que eu passava o dia no colégio e só voltava ás 17h00min.
Depois de pronta, me olhei no espelho uma última vez, tentando me convencer de que nessa escola seria diferente, que as pessoas poderiam ser diferente… mas não fez muita diferença no meu humor.
Desci as escadas que davam na cozinha, e vi minha mãe colocando meu sanduíche no prato.
— Bom dia. - cumprimentei sem ânimo algum.
— Bom dia flor do dia. - ela disse com um sorriso enorme.
Estranhei, há essa hora do dia, minha mãe de bom humor? Ela só fica assim quando…
— Mãe, você já… - a frase morreu, quando eu vi um cara muito familiar chegar na cozinha.
— Bom dia. - ele cumprimentou, e foi dar um selinho na minha mãe. Eca! Fazer isso na frente de menores deveria ser proibido.
Eu só dei um sorriso, e me sentei a mesa para começar a comer.
— Querida, você já deve conhecer o Phil… certo? - Claro que sim, Phil Carter… ele era o corretor, que alugou a casa pra gente, há seis semanas atras.
Eu apenas assenti, e terminei o café. Peguei minha bolsa, me despedi da minha mãe e do Phil, e segui pra escola. A escola não era tão longe, a distância era só de alguns quarteirões, então dava pra ir a pé.
Cheguei, suando mas cheguei, atrasada… mas cheguei.
Segui para minha primeira aula, física… a pior matéria que poderiam inventar, depois da matemática, claro.
Foram dois horários aprendendo fórmulas chatas. Alguns alunos me cumprimentaram, outros apenas ignoraram minha existência.
— Fala aê Kimmy Z. - Disse um carinha que estava atrás de mim.
— Desculpa, ta falando comigo? - perguntei virando pra ele.
— Claro, ta vendo mais alguém na minha frente? - perguntou zombateiro.
— É Kim. - disse corrigindo-o
— Eu sei, tô experimentando uns apelidos novos, fica de boa.
Virei pra frente novamente, mas com um novo pensamento… nessa escola tem cinco tipos de pessoas, as esnobes, os nerds, os atletas, as líderes de torcida, e esse cara.
Quando bateu o sinal, tive que sair pra minha aula de química.
E então o professor pediu que formássemos duplas. Lembro na minha antiga escola… todas ás vezes que tinha algo em dupla, sempre tinha alguém na sala que perguntava: “Pode ser dupla de três?”
As nossas mesas, foram feitas pra dar lugar a duas pessoas, ao meu lado não havia ninguém.
Eu odiei a ideia do professor… era meu primeiro dia, todos já tinham seus parceiros, e eu estava sentada bem na frente, olhando meus novos “colegas” trocarem de parceiros.
Foi no minimo constrangedor, todos já estavam prontos… e eu queria enfiar minha cara no chão, por que só havia sobrado eu.
Sabe aquele constrangimento que sentimos quando estamos em um lugar, e não conhecemos ninguém? Pois é, assim mesmo que eu me senti. A única diferença, é que eu não podia pegar meu celular e fingir conversar com alguém pelo whatsapp.
Sim, pessoas normais, ou pelo menos as sem vida social, fazem isso. Fingem mandar mensagem, ou jogar algum jogo, ver conversas antigas. A gente sempre da um jeito.
— Bom, parece que temos um número ímpar de alunos… não é mesmo senhorita… - pediu por meu nome.
— Kim.
— Bem vinda Kim. - sorriu amigável. - Bom, que tal se juntar a alguma dupla? Senhor Bieber, que bom que resolveu se juntar a nós.
Eu olhei para o professor sem entender, e então vi que ele já não falava mais comigo. Ele havia direcionado sua atenção a outra pessoa, ele acabara de chegar… e pelo que notei, tentou se esconder do professor, mas ele não passou despercebido.
— Antes tarde do que nunca professor. - disse com um sorriso travesso.
Ainda não havia reparado o quanto ele era bonito… bonito? Isso é até xingamento pra descrevê-lo. Seus cabelos bagunçados e aquele olhar… aquele olhar que dizia “mantenha distância”, mas ao mesmo tempo era tão convidativo…
Seu sorriso parecia tão… nem sei como descrevê-lo, qualquer coisa que eu pense, qualquer adjetivo, não seria apropriado.
Voltei dos meus pensamentos assim que vi que aquilo não era pra mim, eu estava ali somente pra estudar.
— É verdade, que tal se sentar com a senhorita Kim? Estávamos prestes a iniciar uma atividade em dupla.
Notei que todos da sala, que encaravam o tal garoto, começaram a me encarar… Que droga! É pedir demais não querer a atenção de todos, ainda mais no meu primeiro dia?
O tal Bieber direcionou o olhar pra mim, ele pareceu me analisar, eu não desviei o olhar, e o encarei por alguns segundos. Assim que ele percebeu que eu não desviaria o olhar, ele veio até minha mesa, e sentou na cadeira ao meu lado.
Pude perceber a euforia das garotas assim que ele chegou, não precisava ser adivinha pra saber que ele era um conquistador nato, um verdadeiro galinha.
Eu abri minha bolsa, e peguei um caderno e o livro. Sim, eu meio que fingi que ele não estava bem do meu lado.
— Bom turma, agora que o Sr. Bieber já nos deu o ar de sua graça. - O professor deu um sorrisinho irônico. Eu estava começando a gostar desse professor. - Vamos ao que realmente importa. Bom, quero começar dizendo que as duplas formadas hoje, serão permanentes até o fim do ano. Não quero ninguém na minha mesa reclamando da sua dupla, estamos entendidos? Sim? Que bom. - Terminou seu “discurso” pegou o livro, e começou a escrever algo na lousa.
Bieber estava bem ao meu lado, senti que ele ás vezes me olhava, mas logo desviava o olhar. Até que ele finalmente virou pra mim, sorriu e começou a… puxar conversa?
— Oi, você já deve saber, mas eu sou Justin. - Falou com um sorriso simpático, talvez simpático demais.
Eu coloquei uma parte do cabelo pra trás e dei um sorriso minimo antes de responder.
— Não. para falar a verdade, eu não sabia.
E voltei minha atenção ao professor, que estava começando a aula.
Eu ouvi ele dar uma risadinha, e então continuou.
— Então agora sabe. E você…? - sussurrou após o professor o olhar com repreensão.
— Eu o que? - perguntei no mesmo tom.
— Seu nome.
— Ah, Kim.
— Bom te conhecer, Kimmy.
— Eu disse que meu nome é Kim, não é Kimmy, ou Kim’s, ou Kim Z. - Levantei o tom de voz, e algumas pessoas me olharam.
Graças a Deus, o professor não ouviu.
— Calma senhorita esquentadinha, eu já entendi que seu nome é Kim. - levantou as mãos em sinal de rendição.
— Obrigada. - virei pra frente, onde o professor explicava a matéria.
— Disponha, Kimmy. - Ouvi ele sussurrar, mas preferi não dar atenção.
Depois disso, nenhum de nós dois se pronunciou. O professor passou um trabalho em dupla, onde teríamos que conduzir uma mini experiência com óxidos.
Ótimo, além de aguentar ele como minha dupla o ano inteiro… eu ainda teria que passar meu tempo livre com ele? Será que o universo ta me castigando? Tá, ele é muito lindo… esse não é o problema, o problema é, como eu vou evitá-lo? Pessoas como ele, não andam com pessoas como eu.
Não que eu esteja me autointitulando de feia, na verdade eu sou até um pouco bonita, em relação a algumas garotas… mas, não faço o tipo dele. Ele parece do tipo que prefere corpo ao cérebro. E eu sou mais o meu cérebro.
Quando a aula acabou, eu sai o mais rápido possível daquela sala. Eu fui até a coordenação da escola, e peguei a combinação do meu armário e segui até ele.
Guardei alguns livros, e segui até o refeitório.
Sim, para a minha total alegria, o intervalo havia chegado.
Eu comprei uma coxinha, uma latinha de refrigerante, um salgadinho pra mais tarde e alguns chocolates, minha sorte foi que eu não peguei uma fila muito grande, então eu pude comer tranquilamente… ou quase.
Na entrada do refeitório, eu comecei a ver uma agitação… alguns garotos gritando. Eu, como não sou nem um pouco curiosa, fui lá pra ver o que tava acontecendo. Haviam três garotas discutindo, uma delas da minha aula de química, elas estavam pra sair no tapa.
— Eu não acredito que você é tão invejosa a esse ponto Alexia! - Gritou uma das meninas.
— Invejosa? Você quer dizer que eu sou a invejosa da história? Faça-me o favor Elena, nós duas sabemos que ele prefere a mim. Ele nunca ficaria com você, aliás, com nenhuma de vocês duas. - disse a tal Alexia.
— Meninas, não se iludam. O dia que Justin Bieber ficar com uma de vocês, será o fim. - Comentou a garota que estava no meio delas. - Justin deixou bem claro que só tem olhos pra mim.
— Claro, e logo depois terminou o “casinho” de vocês! Se enxergue Ally, enquanto você se fazia de difícil, Justin e eu já estávamos nos divertindo há semanas. - Alexia se virou pra ela com um olhar ameaçador.
— Vocês querem uma novidade? - A tal Elena gritou, dando fim aos burburinhos. - Eu e Justin ficamos por seis semanas! Sim, seis semanas. Ele me prometeu ser fiel, desde que eu não contasse pra ninguém. Então, parem de inventar histórias com o MEU Justin… okay? Porque apesar de ele ser o maior cafajeste, ele é muito gostoso… - Completou. - e bom de cama, só pra ficar registrado.
— Até parece que ele ia perder o tempo com vadias feito vocês. - Terminou a Alexia.
E esse pareceu o estopim, porque depois disso… bom, só vieram tapas e puxões de cabelo.
Logo uma roda se formou ali, e eu fui empurrada pro meio daquelas loucas fanáticas do Bieber. Será que elas não perceberam que o cara tava usando elas? Mas foi como eu disse, ele prefere corpo ao invés de cabeça.
Eu quase apanhava também, mas ainda bem que o diretor e a coordenadora chegaram, separando elas.
— Na minha sala Alexia, Elena, Ally - ele disse apontando para as três garotas. - e você. Já! - Espera! Eu ouvi direito? Eu vi direito? Ele apontou pra mim? Quer dizer, ele acha que eu tenho algo a ver com isso?
Eu tenho cara de quem briga por macho? Credo! Ótimo, elas brigam e acaba sobrando pra mim.
Quando chegamos a sala do diretor, ele nos mandou sentar e começou o seu sermão.
Eu tentei explicar que eu não fazia parte daquilo, que eu era novata, mas quem disse que ele me ouviu? Eu tenho mania de atrair confusão, isso é normal pra mim.
A minha sorte, foi que o nosso castigo era ajudar a bibliotecária a reorganizar os livros no final da aula. Eu amo estar perto de livros, e tava mesmo querendo saber onde ficava a biblioteca, então eu não saí perdendo em parte.
Bom, o resto do dia passou bem lentamente e infelizmente nada de emocionante aconteceu depois do intervalo. Claro que comentaram sobre a briga, e como fofoca se espalha rápido, os boatos já haviam chegado até na china se duvidasse. E como as pessoas amam aumentar as coisas, né? Eu ouvi pessoas comentando que eu estava brigando pelo Bieber, que eu bati nas garotas por ciúmes dele… até teorias que eu era uma ex-namorada dele. Pelo menos tive meus quinze minutos de fama, não uma fama boa, mas ainda sim, fama.
Ao final da aula, eu fui para a biblioteca.
Comecei a arrumar, já que a bibliotecária havia saído mais cedo pra resolver um assunto particular. As garotas chegaram uns vinte minutos depois, uma atrás da outra, e se sentaram em uma mesa, que ficava bem atrás de onde eu estava. Eu estava de pé, em frente a uma prateleira terminando de arrumar os livros por genero e autor.
— Eu não acredito que brigamos por causa daquele traste. - Ouvi a Ally dizer.
— É verdade, já passou meninas… eu não devia ter dito aquilo, me desculpem. Vocês não são vadias. - Ah são sim. - Eu não sei o que deu em mim. - Terminou a Alexia.
— Sério que vamos ignorar o fato de ele ter ficado com nós três ao mesmo tempo? Quem ele pensa que é? Justin vai pagar garotas, eu não vou aceitar isso. Eu amei aquele cafajeste, mesmo ele sendo um mulherengo, mesmo depois daquele papo estúpido pra terminar o namoro. - Elena falou, e eu senti um tom de ressentimento.
— Qual a desculpa que ele usou com vocês? - perguntou a Ally rindo e querendo disfarçadamente amenizar o clima.
— Ele veio com um papo de “Meu eu interior”, coisa de psicologo. - Falou Alexia com descaso.
Houve um silêncio por alguns segundos, eu olhei pra trás disfarçadamente e notei a expressão perplexa das duas garotas.
— Não me digam que ele falou isso pra vocês também…
— “Sabe gatinha, só tem uma garota pra mim e essa garota não é você” - Elena falou tentando imitar a voz do Bieber.
— Ai.Meu.Deus! O hipócrita não teve nem criatividade pra um término decente? Ei ele me chamava de gatinha… disse que era um jeito carinhoso de me chamar, que eu era única e exclusiva. - Terminou Ally.
— Ele disse isso pra todas nós… no momento eu estou com tanta raiva dele, que eu sou capaz de dar um chute bem naquele lugar.
— O Bieber que não me encontre na rua…
— Meninas, calma. Temos que ser inteligentes, temos que… não sei, machucar onde dói mais, mas não fisicamente, temos que machucá-lo da mesma forma que ele nos machucou. - Disse Elena.
— Não vai adiantar, caras como Justin Bieber não se apaixonam facilmente… então esqueçam. - Eu me meti na conversa… meio que sem querer.
— Me desculpa, e você é a...
— Kim, a qual é. Eu to no castigo por causa de vocês, e nem meu nome aprendem… - resmunguei baixinho.
— Kim… e o que você sabe sobre caras como ele? - perguntou Elena interessada.
— Bom - eu me virei pra elas. - Digamos que eu conheci muitos caras assim… caras como ele só se importam com uma coisa: status social. Eles fazem de tudo pra conquistar uma garota, primeiro eles fazem de tudo pra chamar sua atenção, depois te iludem, te colocam em um pedestal, te enchem de presentes, aí eles começam a dizer coisas fofas, serem românticos… mas só até conseguir o que eles realmente querem. Depois que eles se divertem com você, você vira descartável e fim. Ele parte pra sua melhor amiga. Mas no caso dele, wow ele foi rápido.
— Então, basicamente você está dizendo que ele nos usou por prazer… conte uma coisa que a gente não saiba. - Elena revirou os olhos.
— Ta, além de populares o que vocês fazem aqui na escola? São líderes de torcida...?
— Bom, eu sou redatora do jornal… Ally é líder de torcida e a Alexia é irritante. - Continuo Elena.
— Irritante é a mãe.
— De todas vocês ele poderia tirar vantagem. Veja bem, ele é jogador e você trabalha no jornal, ele precisa de alguém que fale bem dele. Já a Ally, ele precisa de status com os amigos… nada melhor do que uma líder de torcida burrinha, sem ofensas. - Ouvi a Ally protestar. - Enfim, ele tinha tudo o que precisava… Mas vocês começaram a ficar grudentas demais, e foi isso que fez ele se afastar.
— Espera, e eu? Eu ficou comigo porque? - Alexia perguntou.
— Bom, você é bonita… talvez com você fosse só diversão mesmo. Ele gostava da sua personalidade forte ou sei lá, conheci vocês hoje não posso ser considerada expert.
— Então, ele ficou conosco por interesse… - Falou uma Elena pensativa.
A hora de ir embora havia chegado, e eu não perdi tempo. Depois do nosso pequeno papo, elas se calaram e começaram a me ajudar a arrumar as coisas.
Quando eu cheguei em casa, minha mãe não estava, havia um bilhete em cima do balcão da cozinha… nele dizia que ela só chegaria ás sete, mas talvez nem voltasse hoje pra casa.
Eu subi pro meu quarto e tomei um longo banho, me deitei na cama e liguei a tv. Eu comecei a assistir um filme que tava passando na tv a cabo, e depois fui ler alguma coisa.
Eu estava perdida na leitura, quando eu ouço a campainha tocar. Eu achei meio estranho, eram 19h30min, com certeza não era a minha mãe, ela tinha a chave.
Desci as escadas e fui até a porta, olhei pelo olho mágico e me surpreendi com quem eu vi.
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